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domingo, 25 de março de 2012

Pet Hotel: Cuidados com fêmeas gestantes - Hipocalcemia

Uma grande dúvida observada quando se fala em gestação de cadelas é com relação aos cuidados que devemos ter com as futuras mamães.

Quando você planeja que seu pet vai ter uma ninhada, lembre-se que haverá muitas mudanças no organismo da cadela, desde hormonais a metabólicas num curto período (o tempo de gestação normalmente é entre 58 a 63 dias).

É importante que a fêmea mantenha atividade física praticamente normal para não engordar muito, assim como deve receber ração de filhote desde o momento em que o cruzamento é planejado ou pelo menos uma fonte de cálcio, como leite desnatado, acrescentado diariamente a partir dessa mesma época citada.

Mas qual a importância do cálcio? Como a gestação é de curta duração, o desenvolvimento dos fetos é proporcional a esse tempo e isso faz com que os futuros filhotes "roubem" dentre todos os nutrientes que se alimentam de sua mãe, principalmente o cálcio. Se a mãezinha não receber durante a gestação cálcio suficiente, após o parto, seja poucas horas, dias ou até semanas depois do parto ela poderá apresentar Hipocalcemia, que, como o nome diz,é a falta de cálcio, que é intensificada pela alta produção de leite para a ninhada. Por isso, seu quadro é agudo e repentino.
A hipocalcemia em animais também é chamada, erroneamente, de eclâmpsia. Gatas também podem apresentar essa alteração metabólica.

Dentre os sintomas, encontramos:  - tremores generalizados;
                                                        - incoordenação motora;
                                                        - fraqueza;
                                                        - aumento da temperatura corporal;
                                                        - respiração acelerada e ofegante;
                                                        - convulsões.

Se não detectada e tratada a tempo, a cadela pode vir a óbito.

A nível de diagnóstico, o cálcio do sangue deve ser dosado, mas com os sintomas e o fato da fêmea estar com ninhada recente já indicam que o tratamento deve ser feito de modo imediato, pelo veterinário.

No caso da mamãe ter hipocalcemia, além do tratamento veterinário, a ninhada deverá receber alimentação extra, por mamadeira, também a ser indicada pelo profissional, visto que não haverá produçao suficiente de leite materno, além de poder causar uma piora no quadro de hipocalcemia enquanto não houver o equilíbrio adequado.


Por isso, lembre-se sempre de consultar o médico veterinário. O hotelzinho Little Pets disponibiliza consultas a domicílio e o serviço Personal Vet com sua médica veterinária, dra. Roseli B. Martins. Agende seu horário: (11)9602-4120. Serviços disponíveis para Cotia, Embu (centro histórico) e regiões próximas à Raposo Tavares.

Saúde deve ser levada a sério. Cuide sempre de seu animalzinho.



quarta-feira, 7 de março de 2012

Pet Hotel: Dia Internacional da Mulher















Uma homenagem do hotelzinho Little Pets a todas as mulheres do mundo.


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Pet Hotel: Amizades entre Cães e Raposas

Dois casos de amizade entre cães e raposas:

O primeiro é  uma filhote de raposa encontrada por um fazendeiro em Berdfordshire com outros oito filhotes poucos dias após seu nascimento e que , aos 8 mesmes, foi levada pelo fotógrafo Brian Bevan para sua casa, onde já vivia com sua Jack Russell chamada Sadie, de dez anos.
O nome da raposinha é Anuska e logo que teve contato com a cachorrinha passou a seguí-la em todas as atividades, o que acabou por fazê-la aprender muitos truques caninos. Segundo seu novo dono, ambas brincaram juntas desde que se conheceram, sem qualquer sinal negativo.
Essa amizade foi eternizada em fotos do próprio fotógrado, que já trabalha observando a vida selvagem há pelo menos 50 anos. O que mais impressiona, segundo Bevan, são as cenas que lembram o filme O Cão e a Raposa, de 1981:

Outro caso de amizade assim, porém mais antigo, aconteceu em 2010, mas não perde sua importância em ser relatado: aconteceu no Reino Unido, na Fazenda Feadon Wildlife Centre, um santuário de resgate de raposas, onde o especialista GaryZammit recebeu o pequeno filhote após ele ter sido resgatado por uma família no fundo de uma pedreira. O pequeno estava subnutrido e ferido.  
Gary cuidou da raposa e se surpreendeu quando seu cão, Jack, de um pouco mais de de 1 ano de idade na época, aceitou o curioso e  persistente filhote que foi chamado com o nome do personagem do filme da Disney, que no Brasil ficou conhecido como Dodó e os dois passaram a ser inseparáveis, mesmo com o cão tentando ignorá-lo no começo.
Depois dessa fase, Jack passou a conviver com Dodó em todas as situações: fosse nas brincadeiras, no hora do descanço ou até dos cuidados, os dois, Cão e Raposa sempre estavam juntos.
Uma linda amizade que mais uma vez na atualidade se mostra possível, além de ensinar ao ser humano que nem no mundo animal há preconceito entre espécies diferentes.
Há cada vez mais  coisas para aprendermos com os animais. LP_pet hotel aprende e mostra sempre que a vida é uma grande escola e que devemos lembrar que não existem só trabalhos corridos, prazos e tarefas para cumprir. Devemos sim, nos ater ao que chamamos em certas circunstâncias de "perda de tempo" e aprender que na beleza de toda flora e fauna há muito a ser observado e aprendido e que, muitas vezes, por nossa própria arrogância esquecemos e até destruímos.



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pet Hotel: Animais e o Verão

Mais um verão vem chegando e os cuidados com o sol e calor em excesso também devem existir para os animais.

Tanto os raios ultra-violeta do sol, como as altas temperaturas são prejudiciais a qualquer ser vivo. No caso dos animais, pode ser até pior, por causa da pelagem e temperatura corporal um pouco mais elevada que a do ser humano.

É verdade que um pouco de sol é bom e saudável, mas sempre nos horários de baixa incidência de calor, como bem no início da manhã, entre 6 e 8 horas da manhã (mesmo considerando o horário de verão), como no finalzinho da tarde, entre 17 e 19 horas. Há alguns anos atrás, esses intervalos seriam mais prolongados, mas com a camada de ozônio alterada, a incidência de radiação prejudicial é maior e presente mesmo nos horários em que aparetemente o sol está escondido, isso porque essa radiação não depende da luz solar, mas da existência do sol, que permanece durante todo o período do dia.


Então, alguns cuidados são importantes para seu pet seja ele cão, gato, pássaro, ferret e todos os animais de pêlos e penas, a fim de evitar um problema muito comum no verão, a INSOLAÇÃO:
  • Sempre procure levar seu pet para passear nos horários indicados acima (entre  6 e 9 horas da manhã ou entre 17 e 19 horas);
  • Mesmo nestes horários, leve água fresca (ou gelada) e potável ou leve seu pet para passear em local que possua acesso fácil a água fresca. Outra alternativa é água de coco, que é um isotônico natural (evite os artificiais, pois sua química é prejudicial);
  •  Dê preferência a locais com áreas com sombras, como praças ou locais fechados arejados;
  •  Se sair de carro com seu pet, NÃO o deixe no carro, mesmo com uma "fresta" ou se for "rapidinho". Os veículos são ambientes herméticos, mesmo com as janelas abertas ou num estacionamento apenas coberto. Sem a circulação de ar do carro ligado, quase não há troca de ar, o que deixa o ambiente abafado e com a temperatura muito mais alta do que do lado de fora do carro, podendo levar o pet a óbito;
  • Caixas de transporte também são muito abafadas. Certifique-se de deixar água fresca ou gelada para o animal ou de parar durante o  caminho a cada 20-30 (vinte-trinta) minutos para oferecer água e ver se está tudo bem com o pet;
  •  Mesmo em casa, permita que o animal tenha acesso livre à sombra e água fresca e limpa, de preferência 24 horas por dia. Lembre-se de trocar diariamente a água, pois assim você contribuirá também no controle ao mosquito da dengue, além de garantir uma interação com seu pet;
  • Em caso de exposição prolongada ao sol, verifique se há aparecimento de feridas, inicialmente bem pequenas, em regiões do corpo que não possuam pêlos ou que haja pouca quantidade de pêlo (nariz, ponta de orelhas ou parte interna de orelhas, pálpebra, região da boca) e no corpo, no caso de raças sem pêlo ou que estejam com falta de pêlo, independente da razão. O melhor é que não haja ferida. Se houver, consulte o veterinário de seu  pet;
  • Para prevenir qualquer ferida por exposição aos raios UV, principalmente em animais de pele clara, você pode utilizar em seu pet um protetor solar. Existem alguns laboratórios especializados em pets que já disponibilizam este tipo de produto para lojas especializadas em produtos para animais, mas você pode solicitar ao veterinário que ele receite um protetor solar adequado ao tipo de animal de estimação.
  • Se, ao caminhar com seu animal num dia quente e abafado você perceber que ele está ofegante, com o corpo mais quente do que de constume ou até desmaiar, leve-o imediatamente ao veterinário, pois ele pode estar com insolação. Durante todo o caminho, molhe todo o corpo do pet com água fria e tente oferecer água em sua boca, para ele tentar beber e sempre garanta uma sombra. Isso ajuda na recuperação, mas não substitui o atendimento clínico veterinário.

Bom, os principais cuidados são estes. Seguindo-os, você garante o bem-estar e a saúde de seu pet.
Se ainda tiver dúvidas, consulte o veterinário de seu pet.  Não esqueça que o Little Pets também faz o serviço Personal Vet, onde dúvidas podem ser tiradas em seu domicílio, com toda a atenção que seu pet merece. Nesta consultoria, há a possibilidade de se ir diretamente a lojas de animais para indicação profissional veterinária direta sobre produtos, remédios e até acessórios que possam deixar o verão mais aproveitável para você e seu animalzinho.












      quarta-feira, 30 de novembro de 2011

      Pet Hotel: Troca de Pêlo dos Cães

      De mais ou menos fim de outubro para cá, muitos proprietários questionam sobre o fato de seus animais, sejam cães ou gatos, estarem perdendo "muito pêlo". Isso é normal?
      Bom, para a época do ano, é completamente normal. O que ocorre é a muda da pelagem de inverno para a de verão, dando a falsa impressão de que cai muito mais pêlo do que normalmente.
      Imagine que o animal terá todo o seu pêlo, de todo o corpo totalmente trocado e isso é feito pelo próprio organismo de modo que não caiam todos de uma vez e sim, conforme a pelagem de verão vai nascendo. Há, portanto uma substituição de todo o pêlo, num período que pode levar de 1 a 3 meses. A média é 2 meses.
      Você pode tentar controlar penteando ou escovando o pêlo de seu cão. Mas é bom acostumá-lo desde filhote para ele não estranhar.
      Essa grande muda ocorre na verdade duas vezes por ano.  No período entre primavera e verão (agora) e entre o outono/inverno (mais ou menos começa em maio/junho). Na época de frio, nasce uma pelagem um pouco mais comprida e grossa, que é para o animal estar mais preparado para os dias frios, o que não quer dizer que animais não sintam frio.

      Há também a queda natural de pêlos por envelhecimento dos folículos pilosos, que, como ocorre com o cabelo humano, onde o animal perde diariamente uma pequena quantidade de pêlos (são aqueles pêlos que observamos no dia-a-dia ao limpar a caminha dos animais, mas que é numa quantidade muito menor da queda de pêlos sazonal (pela estação do ano).
      O que diferencia uma queda de pêlo normal ou fisiológica de uma queda de pêlo por algum problema?
      Basicamente, há sinais de problemas quando estes são sua causa. Assim, há áreas da pele do animal que poderão estar sem pêlo (cai todo o pêlo dessa área do corpo); fêmeas após o parto costumam perder muito pêlo, por falta de nutrientes que os bebês "roubaram" da mamãe durante o seu desenvolvimento intrauterino. Também pode haver uma vermelhidão na parte em que os pêlos cairem, o que também é indicativo de algum problema.

      Quando há problemas de pele, pode ser como exemplificado acima, por falta de nutrientes, também chamadas metabólicas (como no caso de fêmeas parturientes ou alimentação desequilibrada em qualquer fase de vida do pet), por infecções (bacterianas, por fungos e até viroses), autoimune (como o lupus eritematoso sistêmico), hormonal, por alergia a picada de insetos entre tantas outras causas.

      Mas se ainda tiver dúvida, converse com o veterinário de seu animal de estimação. Ele não tem um veterinário ainda? O hotelzinho Little Pets oferece atendimento veterinário a domicílio com a nossa veterinária e proprietária, a Dra. Roseli B. Martins. Afinal, o LP_Pet Hotel foi criado exclusivamente para o cuidado com os animais, sempre com o respeito e o amor que eles tanto merecem.



      quinta-feira, 1 de setembro de 2011

      LP_Pet Hotel - Emergências em casa


      Hoje, nós do hotelzinho vamos falar sobre primeiros-socorros que os proprietários de cães podem fazem no caso de não haver um veterinário por perto. Mas lembre-se que são dicas para permitir um tempo maior para você levar o pet ao veterinário. Não dispensam tratamentos, muito menos substituem a presença do veterinário. Vamos então às situações:

      •  Cão "entalou" com a ração ou uma espinha de peixe  na garganta: pode parecer brincadeira, mas há cães que não tem paciência para mastigar sua ração e a engolem inteira. Sejam filhotes ou adultos, sempre há aqueles cães, pequenos ou grandes, que podem acabar não conseguindo engolir um grão de ração, ainda mais aquelas rações de grãos grandes e mais difíceis de se mastigar. O que fazer?  Pegue uma a duas colher(es) de sopa de óleo de cozinha direto da embalagem do óleo, coloque o óleo na boca do animal, levantando levemente a cabeça dele, de modo que o óleo desça para a garganta do pet, onde está a ração. O óleo lubrificará em volta da ração e permitirá que o pet a engula. Mas atenção: não deixe de levá-lo ao veterinário assim que der, para avaliação do profissional. Pode haver irritação da garganta ou algum outro aspecto que só o veterinário presente para averiguar. O óleo poderá amolecer as fezes.


      • Fratura exposta: por mais dolorida que a região esteja, deve-se evitar a contaminação. Então, em casa, lave a ferida da fratura com água filtrada ou mineral. Você pode diluir uma colher  de sobremesa de sabonete líquido antisséptico ou sabonete líquido infantil em um quarto de copo de água, misturar bem e passar com uma gaze umedecida nessa solução, mas de modo bem delicado. Enxague em seguida com a água indicada, igualmente de modo calmo e delicado. Isso só diminui a proliferação de bactérias e, portanto, de infecção, por um tempo. Novamente, não deixe de levar seu pet ao veterinário assim que der. E sendo fratura, lembre-se que haverá a necessidade de um raio-X para verificar a sua gravidade, assim como haverá um procedimento cirúrgico, principalmente na fratura exposta. Então, o ideal é você já seguir para um hospital veterinário.

      • Vômito: nesse caso, o ideal é não deixar o pet engolir nem água, nem comida por um tempo, pelo menos algumas horas (não ultrapasse 6 horas de jejum de água).  Isso porque qualquer coisa que o cão engula pode estimular mais episódios de vômitos. Assim que possível, procure o veterinário.

      • Diarréia: se não houver vômito, hidrate bem o animal, pois o maior perigo da diarréia é a perda de líquido do corpo do pet. No caso de vômito, evite dar líquido por no máximo 3 (três) horas. Não é bom que fique sem a hidratação, mas se houver vômito logo após o cãozinho ingerir , não ofereça mais nada. Independente se houver melhora, assim que der, vá ou chame um clínico veterinário, pois pode ser uma intoxicação ou infecção.


      •  Ferida aberta: seja por uma briga entre cães ou um corte por qualquer outra razão, um procedimento imediato é lavar bem a ferida com água corrente e sabão neutro, antisséptico ou infantil. Não há tanta necessidade de usar a água mineral ou filtrada como na fratura exposta, pois estamos considerando apenas as feridas superficiais. A contaminação é menor do que quando há exposição de ossos.


      • Queimadura: muito cuidado com as queimaduras. O que pode ser feito em casa é aplicar vaselina líquida apenas. Mas só a vaselina líquida é que pode entrar em contato com a pele. Não lave o local da queiradura, pois isso criará bolhas de água e deixará mais sensível a região queimada.

      Bom, falamos das principais coisas a se fazer a nível emergencial com os cães em sua casa.  Não esqueça que todas as situações requerem o acompanhamento veterinário. A Dra. Roseli, proprietária aqui do LP_Pet Hotel faz o atendimento clínico em domicílio. Mesmo no que diz respeito a fraturas expostas ou qualquer outra situação que possa requerer cirurgias, podem ser adiantadas clinicamente, com administração de antibiótico e/ou antiinflamatório e isso deve ser feito pelo clínico veterinário.

      Solicitamos para agendar o horário da consulta, pois pode ser que a Dra. Roseli esteja ocupada. Deixe sempre um recado ao telefonar para retornarmos sua ligação: (11) 9602-4120. Nosso horário de atendimento é das 8:00 às 20:00 horas.
      Emergências são  atendidas somente em Cotia e Embu (próximo ao centro histórico) para poder haver tempo de chegar e tratar. Consultas e vacinas de rotina: Cotia, Embu, Osasco e Barueri.


      quarta-feira, 10 de agosto de 2011

      Pet Hotel falando sobre - Raiva e a importância da vacinação anti-rábica


      Que Agosto é chamado "mês do desgosto", muitos sabem . Há quem o chame de "mês do chocolate",  talvez pelo friozinho... para nos convidarmos a tomar um chocolate quente, quem sabe? Mas tirando a rima e uma boa desculpa para nos aquecermos, tem um assunto muito sério. A raiva  e a razão de haver campanha anti-rábica em todas as cidades do país.

       A raiva é uma doença viral, considerada zoonose (doença que animais transmitem ao ser humano), caracterizada como uma encefalite progressiva aguda e letal e praticamente incurável. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano (vacinação preventiva ou em caso de mordedura por animal suspeito de ter a doença e a pessoa não se lembrar de estar com a vacina em dia, deve tomar o soro), quanto à fonte de infecção (que pode ou não, dependendo da espécie, desenvolver a doença, mas também depende da vacina, no caso de cães e gatos).

      O vírus rábico pode infectar todos os mamíferos. Didaticamente podemos dividir a doença em ciclos de transmissão conforme os principais reservatórios (organismos que apresentam o vírus em seu sangue e que de algum modo o transmitem) da raiva encontrados no Brasil, a seguir:

      – ciclo aéreo, que envolve os morcegos hematófagos e não hematófagos (quirópteros);

      – ciclo rural, representado pelos animais de produção (bovinos, equinos, ovinos, caprinos, bubalinos);

      – ciclo urbano, relacionado aos cães e gatos;

      – ciclo silvestre terrestre, que engloba os sagüis, cachorros do mato, raposas, guaxinim, macacos entre outros animais selvagens.
      A transmissão da raiva se dá pela entrada do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura ou lambedura de mucosas ou feridas. O vírus penetra no organismo, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge o sistema nervoso periférico e, posteriormente, o sistema nervoso central (sentido centrifugo - da periferia para o cérebro). A partir daí, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares, onde também se replica (sentido centrípeto - do sistema nervoso para as regiões periféricas) e é eliminado pela saliva das pessoas ou animais enfermos.

      Existe, na literatura, o relato de oito casos de transmissão inter-humana por meio de transplante de córnea. Nos Estados Unidos, em 2004, foram registrados quatro casos de raiva humana referentes a indivíduos que receberam órgãos doados (fígado, dois rins e artéria ilíaca) de um indivíduo que morreu por infecção pelo vírus da raiva. O mesmo ocorreu na Alemanha, em 2005, com três indivíduos após transplante de órgãos (pulmão, rim e pâncreas) de um indivíduo que faleceu devido àquela infecção. Em ambos os países, os doadores dos órgãos não tiveram suspeita diagnóstica de raiva. Possibilidade remota de transmissão sexual, respiratória, digestiva (em animais) e vertical também são relatadas. Pelo menos nisso, o Brasil está melhor em relação ao resto do mundo. Antes de qualquer coisa a nível de doação de órgãos, há uma pesquisa minuciosa sobre possíveis doenças no doador.

      O período de incubação da raiva varia muito: desde dias até anos, com uma média de 45 dias, no homem, e de 10 dias a 2 meses, no cão. Em crianças, existe a tendência para um período de incubação menor que no indivíduo adulto, visto a proporção de seu tamanho em relação ao indivíduo adulto. O período de incubação está diretamente relacionado a:

      - localização, extensão, quantidade e profundidade dos ferimentos causados pelas mordeduras ou arranhaduras.

      - lambedura ou contato com a saliva de animais infectados;

      - distância entre o local do ferimento, o cérebro e troncos nervosos;
      - concentração de partículas virais inoculadas e cepa viral (vírus mais ou menos capaz de transmitir a doença). 

      Nos cães e gatos, a eliminação de vírus pela saliva ocorre de 2 a 5 dias antes do aparecimento dos sinais clínicos, persistindo durante toda a evolução da doença. A morte do animal acontece, em média entre 5 a 7 dias após a apresentação dos sintomas. Em relação aos animais silvestres, há poucos estudos sobre o período de capacidade de transmissão, que pode variar de acordo com a espécie. Por exemplo, especificamente os quirópteros (morcegos) podem albergar o vírus por longo período, sem qualquer sintoma aparente.
       
       
      Todos os mamíferos são suscetíveis à infecção pelo vírus da raiva. A imunidade é conferida por meio de vacinação, acompanhada ou não por soro; dessa maneira, pessoas que se expuseram a animais suspeitos de raiva devem receber o esquema profilático, assim como indivíduos que, em função de suas profissões, se mantêm constantemente expostos. Cães e gatos também devem receber a vacina anti-rábica pois é o único modo de evitar que sejam expostos ao vírus.

      Ano passado,  houve muitos casos de morte de cães vacinados na campanha de vacinação na cidade de São Paulo. Nada foi definido sobre ter sido vacina de procedência duvidosa, contaminada ou qualquer outro motivo. Por isso, na dúvida, leve seu pet ao veterinário e faça a vacina anti-rábica, além das demais vacinas contra doenças próprias dos animais. Afinal, seu amor ao seu bichinho começa com cuidados como o de permitir sua vacinação.

      Para quem é de Cotia ou região próxima, o LP_Pet Hotel oferece o serviço de vacinação a domicílio, lembrando apenas, por favor, agende o seu horário para não esperar demais no dia em que for solicitar o serviço em sua casa.

      Com todo esse cuidado, seu pet agradecerá com muito carinho e sorriso. Isso não é maravilhoso?

      terça-feira, 19 de julho de 2011

      Pet Hotel falando sobre: Chocolate e doces

      Uma dúvida muito comum que os proprietários de cães e gatos questionam no  dia-a-dia do LP_Pet Hotel é sobre chocolate e doces. Podem ser oferecidos? A resposta é bem simples: NÃO.Gatos são essencialmente carnívoros por natureza.

      Já os cães são onívoros, pois fazem a digestão de alimentos que não sejam só carne. Hoje em dia, sabe-se que até o ancestral dos cães, o lobo, não se alimenta só da carne. Na verdade, ele aproveita o conteúdo vegetal ingerido por suas presas, ao se alimentar delas.

      No caso do chocolate, o Cacau do qual ele é feito possui uma substância, a TEOBROMINA, altamente tóxica para cães e gatos, pois é um estimulante muito potente do cérebro e  pode causar  até a morte do pet.

      Basta um pequeno "quadradinho" de chocolate, uma colher de chocolate em pó dissolvido no leite ou até o recheio de uma bolacha de mesmo sabor para já causar sintomas: Aumento da ingestão de água, diarréia, vômito, aumento da região abdominal, inquietação, agitação, podendo evoluir para maior  quantidade de urina, dificuldade para andar e manter o equilíbrio (ataxia), piorando para aumento de batimentos cardíacos e movimentos respiratórios (taquicardia e taquipnéia), cianose (as mucosas e a língua ficam azuladas quando normalmente são rosadas, por falta de oxigênio nos tecidos), aumento da temperatura corpórea (hipertermia) e num último grau, os sintomas podem evoluir para queda de temperatura (hipotermia) e dos batimentos cardíacos (bradicrdia), coma e morte. Por isso, nós aqui do Little Pets pedimos: NUNCA ofereça chocolate ao seu pet.


      Isso tudo sem falar na gordura e açúcar presentes no chocolate, inclusive no branco (já ouvi de vários proprietários que oferecem este tipo de chocolate por terem lido na própria internet que chocolate branco não faz mal... mas na verdade faz tão mal quanto o chocolate, ainda mais que ele tem teor maior de açúcar e gordura) e esses ingredientes fazem mal para o fígado e pâncreas. Os animais podem desenvolver: diabetes, pancreatite, esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado, que pode evoluir em cirrose ou até câncer de fígado)  entre tantas outras doenças.

      Por isso, doces acabam também sendo prejudiciais, já que possuem naturalmente alto teor de açúcar e/ou gordura.

      Uma opção para quem não quer ver a carinha de "coitadinho" de seu pet quando está comendo alguma guloseima perto dele é oferecer um chocolate próprio para pets, que não possui Teobromina, nem açúcar.

      Um pouco de gordura apresenta, mas numa quantidade balanceada. Hoje em dia, há uma grande variedade no mercado. O único cuidado que os proprietários de pets devem ter é que, como são feitos para substituir o chocolate real, esses quitutes pets tem cheirinho de chocolate e até gosto. É de grande importância que os animais não fiquem acostumados a achar e "roubar" qualquer tipo de comida ou chocolate, nem tenham acesso fácil para alcançá-los, mesmo no caso dos petiscos, visto que num desses "furtos" podem acabar ingerindo chocolate feito com cacau e acabarem se intoxicando.

      Outro atrativo que nós do Little Pets também sugerimos são pequenas porções de frutas  picadas (no máximo, uma xícara de chá por dia), mas atente que só algumas frutas podem ser oferecidas. As frutas que nós do pet hotel sugerimos e que são seguras para os cães são: banana, maçã, pêra, blueberry, melão e melancia.

      Mais dúvidas sobre o assunto? Contate-nos: littlepetspethotel@gmail.com ou deixe um comentário.

      domingo, 10 de julho de 2011

      Pet Hotel falando sobre: O Inverno e os Pets

      O frio do inverno já chegou há alguns dias. Há alguns cuidados a se tomar no caso dos animais de estimação. No caso de mamíferos:

      Alimentação: é normal os animais sentirem um pouco mais de fome, afinal, o seu metabolismo acelera nessa época para compenssar o frio. Isso acontece para conseguirem manter a temperatura do corpo. Mas nada de exagero. Aumente no máximo duas xícaras de chá da ração a qual seu pet está acostumado. Se a ração for do tipo super premiun, basta uma xícara de chá além da quantidade que seu pet está acostumado.
      Quando o pet se alimenta de comida, acrescente só uma xícara a mais na rotina diária. E não esqueça que não basta só ter arroz com carne. Tem que haver um pouco de verdura, como espinafre ou couve (nunca alface) e um pouco de legumes (cenoura ou chuchu, por exemplo) quando se trata de comida caseira. Afinal, você precisa balancear proteínas, carboidratos, gordura, vitaminas e sais minerais.

      Ingestão de água: como o tempo em determinadas regiões, principalmente na sudeste, é muito seco, os pets também sentem muita sede. Por isso, não esqueça de deixar sempre água à vontade, de preferência filtrada ou fervida (deixe esfriar para serví-la aos animais).

      Alergias, "gripe" e problemas do aparelho respiratório: como em qualquer situação de baixa umidade relativa do ar, os animais também tem predisposição a alergias de origem respiratória, semelhantes a rinites e também a gripes transmissíveis entre os animais, como a tosse dos canis ("gripe canina") e o complexo respiratório dos felinos. Muito cuidado ao levar seu animal a pet shops ou locais com muitos pets. Isso aumenta a chance de adquirirem essas doenças que são transmitidas, como gripes, pelo ar. Às vezes, mesmo estando vacinados, os pets podem adquirir essas doenças. Tudo depende da imunidade, do tempo em que toma a vacina (15 dias após a aplicação da vacina) e até do agente transmissor, mesmo quando houve vacinação. Por isso, é muito importante vacinar os animais e tentar limitar o contato com muitos animais no mesmo espaço. Problemas respiratórios que estão ligados a predisposição do pet, como no caso de raças de cães e gatos com os focinhos achatados (os chamados braquiocefálicos), como o buldog francês; o pug; o buldog; pequinês; boxer; Shi tzu e em gatos, o persa e o exótico são as raças com essa característica. Essa conformação anatômica predispõe ao que chamamos de "Síndrome dos Braquiocefálicos" e  normalmente já causa problemas para os pets. Imagine em épocas frias e secas se isso não merece cuidado redobrado?

      Frio: o frio também deve ser evitado. Deixe sempre seu pet aquecido, com uma roupinha para o frio, se ele for acostumado. Se não tiver o costume e o animal já  for adulto ou idoso, não tente colocar a roupa se ele estressar. É preferível deixá-lo num local bem seco, quentinho naturalmente e com uma caminha ou coberta bem quentinha do que deixá-lo estressado. Lembre-se apenas que, não é por ter pêlos que os animais não podem sentir frio. Podem e sentem... a temperetura corporal deles é mais alta do que a do ser humano (varia de 37,5 a 39,3ºC, tanto a temperatura retal do cão como a do gato). Por ser uma temperatura corporal fisiológica mais alta, é normal que sintam mais frio em dias frios e mais calor nos dias quentes.
      Lembre-se que nós do Little Pets estamos a seu dispor para tirar dúvidas com nossa consultoria Personal Vet. Agende seu horário e confira como seu pet ficará mais feliz e você satisfeito sabendo cada vez mais sobre as necessidades e cuidados com o seu animalzinho.
      Outro detalhe: o Little Pets possui vagas limitadas justamente para evitarmos a "gripe canina" e permitir maior contato direto da Dra. Roseli com os hóspedes. E embora tenhamos o Canil Arca da Zelly, como já comentado, nossos animais não tem contato com nossos hóspedes. Isso garante maior e melhor qualidade de nossos serviços. Afinal, quantidade nem sempre vem com qualidade, e esta é que realmente interessa, não é verdade?

      quarta-feira, 22 de junho de 2011

      Pet Hotel falando sobre: Obesidade em cães

      Um típico erro do ser humano é achar que seu pet quer comer a comida da mesa, passando a oferecer, além da ração que normalmente compra, um pedaço de pizza, um pouco de macarrão, um ou dois "inocentes" hamburgueres, como aconteceu ao labrador Sampson, na Austrália, que atualmente está mais de 45kgs acima do peso de um labrador saudável, pesando 85kg:

      Além da obesidade, tema que estamos comentando hoje, oferecer comida de forma exagerada, e principalmente, temperada,  pode causar outros danos, que podem ou não estarem acompanhados pelo ganho de peso excessivo. Entre eles, o desequilíbrio nutricional, chegando a prejudicar ossos, pele e pêlo; o excesso de sódio do sal dos alimentos pode vir a causar danos ao coração; gordura em excesso nos alimentos causam problemas de fígado, além de  aumentar o colesterol, mal que não é exclusivo da espécie humana e que também está ligado ao sistema cardiovascular; excesso de carboidratos predispõem ao Diabetes; proteínas da carne em exagero sobrecarregam os rins, entre tantos outros exemplos.

      Portanto não é somente a quantidade de alimento ingerido que é prejudicial, mas a qualidade. O que podemos achar que não está salgado, por exemplo, para os organismos menores dos pets, pode ser um veneno. Por isso, se houver preferência em oferecer alimentação caseira para cães, deve-se observar que são necessários alimentos naturais, sem o acréscimo de temperos, conservantes ou espessantes e que devem estar equilibrados (deve-se oferecer fontes de proteína, carboidrato, sais minerais de forma harmônica). Nunca ofereça comida sem consultar um médico veterinário.

      Mesmo com relação a rações, petiscos, osssinhos, e outros mimos, deve-se questionar ao veterinário a quantidade e até a qualidade dos mesmos, visto que há uma infinidade de opções, mas que devem ser adequadas ao porte, idade e necessidades do animal. Lembramos também que atividade física deve estar diretamente ligada à dieta.
      Não adianta oferecer uma ração para cães ativos, por exemplo, se o pet não tiver muita atividade. Do mesmo modo que não se deve exagerar na quantidade de biscoitos caninos só por eles parecerem pequenos aos nossos olhos. Como eles não são ração, mas sim mimos, devemos oferecê-los com os mesmos cuidados que oferecemos doces a crianças.
      Mas esses petiscos são de grande ajuda na hora em que a família está fazendo sua refeição. Ao invés de se oferecer um pedaço de pizza, lasanha ou carne ao seu cão, pegue um pequeno pedaço de um bifinho ou biscoito canino (sempre divida um em vários pedaços), finja que o está comendo e ofereça ao seu pet. Por mais que o cheiro seja diferente do da comida, os petiscos possuem um aroma agradável ao olfato de nossos grandes amigos. Desta forma, você também impede que seu cão adquira hábitos como o de furtar comida da mesa ou abrir a porta da geladeira para pegar algum prato que lhe pareça apetitoso, ao mesmo tempo que diminui a chance dele desenvolver obesidade ou qualquer outro problema ligado a maus hábitos alimentares.
      Lembre-se sempre de oferecer a ração dividida em duas refeições principais ao dia. Se seu pet é daqueles "fominhas",  dê a quantidade indicada pelo veterinário em porção diurna e noturna e no intervalo entre essas refeições, a cada 3 horas, dê um pequeno petisco, pode ser até colocando-o num brinquedo, pois assim estimulará seu pet a fezer uma atividade antes de comer.

      Isso diminui a fome exagerada, assim como distrai seu pet até o horário da próxima refeição. Agora, se for filhote ainda, não esqueça de oferecer 3 principais refeições (manhã, tarde e noite), já que ele está em fase de crescimento e pode apresentar hipoglicemia ao permanecer muito tempo sem se alimentar adequadamente. Não há regras com relação a suplementos alimentares para os filhotes, mas se ele estiver comendo uma ração de alta qualidade, nem sempre há a necessidade de se complementar. Lembre-se: tudo em excesso é prejudicial. Por isso, novamente orientamos que um médico veterinário deve ser sempre consultado. Não adianta perguntar para um atendente de loja, consulte o profissional da área.

      E nunca esqueça de procurar interagir e fazer com que seu cão tenha atividade física. Isso ajuda no controle de peso dele e também o distrai para não fazer possíveis "artes" em casa.
      Agora, se seu cão já está acima do peso, lembre-se de associar exercícios inicialmente leves e que devem aos poucos aumentar em tempo e intensidade. Também é importante usar ração específica para perda de peso, rica em fibras e menos calórica, a qual o veterinárío deve indicar.
      Nosso serviço de Personal Vet também pode ser agendado para ajudar, tanto na prevenção como para o tratamento da obesidade. Hoje em dia há também clínicas especializadas em obesidade, com piscinas, esteiras e spa adequados para o tratamento. O Little Pets já faz o serviço de Spa, por enquanto com atividades, controle alimentar, massagem e aromaterapia. Em breve, ofereceremos piscina e esteira também. Fiquem ligados.

      sexta-feira, 10 de junho de 2011

      Pet Hotel falando sobre: Carrapatos

      Um bichinho que causa mal tanto para os animais, quanto para o ser humano. Existem inúmeras espécies de carrapatos, sendo a de maior importância para cães o Rhipicephalus sanguineus (o cão é seu hospedeiro, assim como outros mamíferos domésticos e silvestres). Vamos falar da importância de prevení-los.

      O carrapato tem a predisposição de permanecer nos seguintes locais em seus hospedeiros:



      - Adultos - pavilhão auricular (orelha interna que é visível) e espaços interdigitais (embaixo das patas e por baixo dos dedos) – enfim, locais mais escondidos e quentinhos.

      - Larvas e Ninfas  -  pescoço e outras regiões anatômicas.



      Fêmea de carrapato e seus ovos

      Em casos de infestações muito intensas, os carrapatos podem estar presentes em quase todo o corpo do hospedeiro e serem tanto adultos como larvas e ninfas. E as fêmeas de carrapatos adultas, quanto mais se alimentarem de sangue, mais ovos produzem (de 3.000 a 5.000 ovos por postura), portanto, aumentam possíveis infestações futuras, criando um ciclo vicioso, que deve ser combatido.

      Os carrapatos transmitem e causam:

      - Rickttsioses (Ehrlichia canis, Haemobartonella canis);

      -  Protozoários que também podem ser transmitidos ao ser humano, como a Babesia canis e  Hepatozoon canis);

      - “Paralisia por carrapato”;

      - Anemia (por hematofagismo);

      - Bicheiras (miíases) e infecções bacterianas secundárias, pelo fato do local da picada ser uma porta de entrada para esses organismos.

      As doenças que merecem um pouco mais de destaque são a Erliquiose e a Babesiose, também conhecidas como “doença do carrapato”, bastando apenas um carrapato contaminado  para transmitir as doenças, ao se alimentar do sangue de seu hospedeiro e essas doenças podem permanecer sem sintomas por muitos meses e podem causar anemia muito intensa e até evoluir para morte se não detecatadas e tratadas a tempo.

      O tratamento dessas doenças é longo, de no mínimo 20 a 30 dias à base  de antibióticos, soro e, sendo necessária, em certas ocasiões até uma transfusão sanguínea.

      Por isso, voltamos à importância da prevenção.

      A melhor maneira de prevenir o carrapato é utilizando nos animais produtos carrapaticidas e produtos específicos para ambientes. Não necessariamente um produto antipulga será um carrapaticida (veneno de carrapatos), então consulte o veterinário de seu pet ou, se preferir,  pode ser agendada uma consultoria veterinária, o nosso serviço Personal Vet).

      Sobre as doenças não faltará oportunidade de detalharmos uma a uma.